terça-feira, 25 de agosto de 2009
Coligação Pela Nossa Terra apresentou Listas 2009

A Coligação Pela Nossa Terra, de que faz parte o CDS-PP, apresentou as listas de candidatos à Câmara e Assembleia Municipais.
A Coligação Pela Nossa Terra (PSD, CDS-PP, PPM e MPT) inaugurou no passado Domingo, dia 23 de Agosto de 2009, pelas 19h, em Alenquer, a sua sede de campanha, tendo em vista as eleições autárquicas de 11 de Outubro. Bem no centro da Vila de Alenquer, a sede foi pequena para acolher muitas dezenas de candidatos e simpatizantes que quiseram manifestar o seu apoio à equipa que quer vencer as próximas eleições autárquicas. Intervieram, o Mandatário Dr. Manuel Guerra, prestigiado médico de Alenquer, que manifestou a honra em poder representar uma equipa ambiciosa, competente e responsável pelo futuro de Alenquer. A Dra. Helena Santo, advogada em Alenquer, cabeça de lista à Assembleia Municipal de Alenquer, apresentou a lista ao órgão a que concorre, salientando a qualidade política, profissional e pessoal dos candidatos, e manifestou a plena confiança nas equipas concorrentes aos órgãos autárquicos e o total empenhamento num trabalho sério e dedicado de todos os candidatos. Por fim interveio o Arq. Nuno Coelho, candidato à Presidência da Câmara de Alenquer, referindo um passado de luta pela defesa do concelho de Alenquer e o compromisso de Mudança a Sério.
Saiba mais em http://www.pelanossaterra.net/
Alenquer presente na reentrée política do CDS-PP

Uma comitiva de militantes de Alenquer marcou presença, no dia 22 de Agosto 2009, no comício de Aveiro que marcou a reentrée política do CDS-PP.
Da Comissão Política concelhia estiveram presentes Luís B Mendes, Guilherme F Coelho e Nuno Marques da Silva.
Este comício, que contou com uma larga participação de simpatizantes e militantes, serviu como ponto de partida para as campanhas eleitorais para as legislativas de 27 de Setembro e das autárquicas de 11 de Outubro.
Paulo Portas, num discurso coerente e muito fundamentamento, avançou com as principais propostas programáticas do CDS-PP: prioridade à economia, redução da carga fiscal, maior controlo sobre o rendimento mínimo de inserção social, melhores pensões para os idosos, colocar a Caixa Geral de Depósitos ao serviço das micro, pequenas e médias empresas, reforço da segurança, devolução da autoridade aos professores e às forças de segurança, reforço do reconhecimento do mérito de quem trabalha e de quem, através da educação e do trabalho, quer subir na vida.
O objectivo do CDS-PP para as Legislativas é ambicioso mas realista: ficar à frente do BE e do PCP.
O objectivo do CDS-PP Alenquer para as Autárquicas é claro: Derrotar o PS na Câmara e na Assembleia Municipal de Alenquer, apoiando a Coligação Pela Nossa Terra e o candidato à Câmara, Nuno Coelho.
Paulo Portas, Teresa Caeiro e Pedro Mota Soares em Alenquer
O concelho de Alenquer recebeu a visita de Paulo Portas no passado dia 19 de Agosto. O líder do CDS-PP fez-se acompanhar da deputada Teresa Caeiro, cabeça de lista pelo CDS no círculo eleitoral do distrito de Lisboa, pelo líder da bancada parlamentar, Pedro Mota Soares, e ainda pela comissão política concelhia de Alenquer do CDS-PP (Luís Barros Mendes, Guilherme Coelho, Nuno Silva e Miguel Airoso).
O presidente do CDS-PP visitou a Santa Casa da Misericórdia de Aldeia Galega da Merceana, onde demonstrou publicamente o seu agrado pela obra realizada nos últimos anos, tendo elogiado a forma exemplar como estão organizadas as valências de apoio social e de saúde a idosos, idosos dependentes, crianças e famílias destruturadas. Paulo Portas afirmou que “foi um gosto visitar esta misericórdia e verificar a enorme quantidade e qualidade de serviço social aqui prestado. São estas instituições que tornam o país mais justo, ou menos injusto, muito mais do que muitas vezes o centralismo do estado”. Paulo Portas afirmou ainda “Vi aqui uma enorme conjugação de boa vontade competência e eficácia, o que é muito bom para se conseguir atingir bons resultados do ponto de vista social”.
À margem da vista à Misericórdia, Paulo Portas afirmou que “O partido, no concelho de Alenquer, está organizado e está sólido. Crescemos nas europeias e vamos crescer nas legislativas”.
Ainda no dia 19, os candidatos à Assembleia da República, Teresa Caeiro e Pedro Mota Soares, estiveram na Quinta da Chocapalha, em Aldeia Galega da Merceana, onde reuniram com a Associação da Rota da Vinha e do Vinho de Alenquer, e visitaram a sede da Associação Desportiva do Carregado, onde reuniram com o presidente e vice-presidente da Direcção.
Teresa Caeiro salientou a necessidade de investir mais na promoção das rotas do vinho, estimulando não apenas o sector da vitivinicultura mas também o enoturismo.
Na visita à Associação Desportiva do Carregado a cabeça de lista do CDS-PP à Assembleia da República destacou ainda o importante papel social que a Associação Desportiva do Carregado desempenha a favor da comunidade. Teresa Caeiro considerou ainda inaceitável que a equipa de futebol do Carregado, que joga na Liga Vitalis, seja forçada a jogar no Cartaxo, em campo emprestado.
O presidente do CDS-PP visitou a Santa Casa da Misericórdia de Aldeia Galega da Merceana, onde demonstrou publicamente o seu agrado pela obra realizada nos últimos anos, tendo elogiado a forma exemplar como estão organizadas as valências de apoio social e de saúde a idosos, idosos dependentes, crianças e famílias destruturadas. Paulo Portas afirmou que “foi um gosto visitar esta misericórdia e verificar a enorme quantidade e qualidade de serviço social aqui prestado. São estas instituições que tornam o país mais justo, ou menos injusto, muito mais do que muitas vezes o centralismo do estado”. Paulo Portas afirmou ainda “Vi aqui uma enorme conjugação de boa vontade competência e eficácia, o que é muito bom para se conseguir atingir bons resultados do ponto de vista social”.
À margem da vista à Misericórdia, Paulo Portas afirmou que “O partido, no concelho de Alenquer, está organizado e está sólido. Crescemos nas europeias e vamos crescer nas legislativas”.
Ainda no dia 19, os candidatos à Assembleia da República, Teresa Caeiro e Pedro Mota Soares, estiveram na Quinta da Chocapalha, em Aldeia Galega da Merceana, onde reuniram com a Associação da Rota da Vinha e do Vinho de Alenquer, e visitaram a sede da Associação Desportiva do Carregado, onde reuniram com o presidente e vice-presidente da Direcção.
Teresa Caeiro salientou a necessidade de investir mais na promoção das rotas do vinho, estimulando não apenas o sector da vitivinicultura mas também o enoturismo.
Na visita à Associação Desportiva do Carregado a cabeça de lista do CDS-PP à Assembleia da República destacou ainda o importante papel social que a Associação Desportiva do Carregado desempenha a favor da comunidade. Teresa Caeiro considerou ainda inaceitável que a equipa de futebol do Carregado, que joga na Liga Vitalis, seja forçada a jogar no Cartaxo, em campo emprestado.
Órgãos Concelhios do CDS-PP Alenquer
Comissão Política Concelhia (mandato Dez. 2008-Dez. 2010)
Presidente: Luís Barros Mendes, 36 anos, Químico Tecnológico / Gestor
Vice-Presidente: Guilherme Freire Coelho, 34 anos, Consultor Comercial
Secretário: Nuno Marques da Silva, 44 anos, Bancário
Vogal: Miguel Vieira Airoso
Mesa da Assembleia Concelhia (mandato Dez. 2008-Dez. 2010)
Presidente: Gonçalo Maleitas Correa, 40 anos, Advogado
Vice-Presidente: Selma dos Santos Coelho, 34 anos, Consultora Comercial
Delegados à Assembleia Distrital
Guilherme Freire Coelho
Gonçalo Maleitas Correa
Presidente: Luís Barros Mendes, 36 anos, Químico Tecnológico / Gestor
Vice-Presidente: Guilherme Freire Coelho, 34 anos, Consultor Comercial
Secretário: Nuno Marques da Silva, 44 anos, Bancário
Vogal: Miguel Vieira Airoso
Mesa da Assembleia Concelhia (mandato Dez. 2008-Dez. 2010)
Presidente: Gonçalo Maleitas Correa, 40 anos, Advogado
Vice-Presidente: Selma dos Santos Coelho, 34 anos, Consultora Comercial
Delegados à Assembleia Distrital
Guilherme Freire Coelho
Gonçalo Maleitas Correa
quarta-feira, 11 de junho de 2008
Bloqueio dos Transportadores
Portugal entrou hoje no terceiro dia de bloqueio dos transportadores. Os efeitos sobre a economia nacional começam a ser calamitosos. No nosso concelho temos piquetes no Carregado, em Alenquer e um pouco por todo os grandes nós rodoviários. Os camionistas que não querem aderir ao bloqueio são obrigados a parar. Se não o fizerem são apedrejados. Vivemos um ambiente semelhante ao do verão quente de 1975!
Os motivos do bloqueio são legítimos. Portugal deveria ter uma fiscalidade sobre os combustíveis idêntica à de Espanha, pois, para o bem e para o mal, a economia ibérica é uma só. Mas se os motivos são legítimos os meios empregues pelos camionistas não o são. Não é legítimo impedir de passar quem quer ou necessita passar!
O governo deve intervir imediatamente! As forças de segurança têm que repor a ordem pública. Sócrates está a evitar faze-lo porque sabe que mandar dispersar os piquetes de camioistas vai ter um efeito devastador na sua já baixa popularidade. Mas o problema é só um: é nos momentos de crise que se vê o valor dos grandes homens. Nas próxima horas veremos se Sócrates é digno de tal classificação.
Luís Barros Mendes
domingo, 25 de maio de 2008
A miopia do curto prazo

Já pensámos se temos a melhor política fiscal concelhia para fixar habitantes e empresários no concelho ?
Alenquer é um concelho extenso e é clara a sua desertificação populacional e económica no eixo Alenquer =>Merceana => Extremo com Torres Vedras; basta dar um passeio de carro numa bela tarde de sol....!
Existem duas formas diametralmente opostas de fazer a gestão de uma realidade que impacta recursos: a “miopia do curto prazo” ou a “visão dos grandes homens do futuro”.
Na “miopia do curto prazo”, maximizam-se os recursos por cabeça, isto é, as participações autárquicas de impostos, as taxas municipais (por exemplo a da água e esgotos, quando ainda há zonas bem perto da sede do concelho com a necessidade de fossas particulares!) e constrói-se sem o mínimo cuidado de manter espaços verdes, por exemplo. É claro que ao actuar assim, maximizam-se as receitas em valor absoluto no presente, nas zonas de maior afluxo populacional e damos a ideia de um concelho dinâmico e a crescer. Mas como esta é uma estratégia de miopia, os que estão envoltos nestas decisões, só vêm isto, não são capazes de ver ao longe se não forem estimulados para tal.
Na “visão dos grandes homens do futuro”, o horizonte temporal de gestão tem em média 10 anos e aposta no crescimento sustentado, ou seja, definem-se objectivos/metas, e aplicam-se medidas ano a ano para os colocar em prática. É claro que isto não está ao alcance de todos, porque implica saltar fora das questiúnculas partidárias de interesse zero para os concidadãos e ser realmente bom no que se faz.
No âmbito desta segunda forma de gerir, por vezes as receitas imediatas baixam porque se ajusta a política fiscal concelhia e a alocação de recursos a aspectos que visem a instalação de pessoas e empresas no concelho. Os resultados são a conseqüente criação de emprego; de uma forma indirecta acabarão por surgir trabalhos adjacentes a essas empresas porque surgem necessidades de serem servidas; há mais pessoas a trabalhar, logo comprar-se-ão mais casas, mais carros; eventualmente haverá mais crianças que nascem porque os pais têm melhores condições económicas, enfim.... uma bola de neve num circulo virtuoso.
Não estamos a falar de sonhos, mas sim da capacidade de ver e esperar para ver resultados, mas quando eles surgem estão sedimentados em bases sólidas e não serão apenas sopros de alívio.
Sentir-me-ia muitíssimo satisfeita se pelo menos esta mensagem conseguir incomodar algumas pessoas que podem fazer a diferença com as decisões que tomam.
Paula Matos - CDS-PP Alenquer
Alenquer é um concelho extenso e é clara a sua desertificação populacional e económica no eixo Alenquer =>Merceana => Extremo com Torres Vedras; basta dar um passeio de carro numa bela tarde de sol....!
Existem duas formas diametralmente opostas de fazer a gestão de uma realidade que impacta recursos: a “miopia do curto prazo” ou a “visão dos grandes homens do futuro”.
Na “miopia do curto prazo”, maximizam-se os recursos por cabeça, isto é, as participações autárquicas de impostos, as taxas municipais (por exemplo a da água e esgotos, quando ainda há zonas bem perto da sede do concelho com a necessidade de fossas particulares!) e constrói-se sem o mínimo cuidado de manter espaços verdes, por exemplo. É claro que ao actuar assim, maximizam-se as receitas em valor absoluto no presente, nas zonas de maior afluxo populacional e damos a ideia de um concelho dinâmico e a crescer. Mas como esta é uma estratégia de miopia, os que estão envoltos nestas decisões, só vêm isto, não são capazes de ver ao longe se não forem estimulados para tal.
Na “visão dos grandes homens do futuro”, o horizonte temporal de gestão tem em média 10 anos e aposta no crescimento sustentado, ou seja, definem-se objectivos/metas, e aplicam-se medidas ano a ano para os colocar em prática. É claro que isto não está ao alcance de todos, porque implica saltar fora das questiúnculas partidárias de interesse zero para os concidadãos e ser realmente bom no que se faz.
No âmbito desta segunda forma de gerir, por vezes as receitas imediatas baixam porque se ajusta a política fiscal concelhia e a alocação de recursos a aspectos que visem a instalação de pessoas e empresas no concelho. Os resultados são a conseqüente criação de emprego; de uma forma indirecta acabarão por surgir trabalhos adjacentes a essas empresas porque surgem necessidades de serem servidas; há mais pessoas a trabalhar, logo comprar-se-ão mais casas, mais carros; eventualmente haverá mais crianças que nascem porque os pais têm melhores condições económicas, enfim.... uma bola de neve num circulo virtuoso.
Não estamos a falar de sonhos, mas sim da capacidade de ver e esperar para ver resultados, mas quando eles surgem estão sedimentados em bases sólidas e não serão apenas sopros de alívio.
Sentir-me-ia muitíssimo satisfeita se pelo menos esta mensagem conseguir incomodar algumas pessoas que podem fazer a diferença com as decisões que tomam.
Paula Matos - CDS-PP Alenquer
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